A primeira impressão dura menos de três segundos

Antes de ler a sua oferta, o visitante espera. Se a página demora, ele não avalia o seu design: ele fecha a aba e volta para o Google. Nenhuma copy, por melhor que seja, sobrevive a uma tela branca.

Por isso tratamos carregamento como parte da estratégia, não como detalhe técnico. Um site de 2 segundos e um site de 7 segundos podem ter o mesmo layout e resultados completamente diferentes.

O que realmente deixa um site lento

Na prática, quatro coisas explicam a maior parte dos sites pesados que vemos:

  • Imagens gigantes enviadas direto da câmera ou do celular, sem compressão e sem formato moderno.
  • Temas e plugins empilhados: cada extensão adiciona CSS, JavaScript e requisições que ninguém audita.
  • Fontes e scripts de terceiros carregados antes do conteúdo principal aparecer.
  • Hospedagem sem CDN, que entrega o site de um servidor distante do visitante.

Como resolvemos isso em cada projeto

O site é construído em código próprio, com imagens comprimidas no formato correto, fontes carregadas com display=swap e apenas os scripts que a página realmente usa. As métricas que acompanhamos no celular são as que o Google usa para ranquear:

  1. LCP: o maior elemento visível precisa aparecer rápido (meta: até 2 segundos).
  2. INP: o toque precisa responder imediatamente.
  3. CLS: nada pode pular na tela enquanto o visitante lê.

Velocidade também é SEO

Página rápida é rastreada com mais frequência, tem melhor experiência de página e ranqueia melhor em buscas locais. Um site leve custa menos para o visitante, menos para o Google e mais barato para você manter.

Se você só puder investir em uma melhoria no site hoje, comece por velocidade. O resto rende mais depois dela.