A IA não tem opinião. Você precisa ter.
Texto gerado sem direção fica correto e vazio. Ele fala de “excelência”, “compromisso” e “soluções personalizadas” porque esses são os lugares-comuns mais seguros. O visitante reconhece o padrão em duas linhas.
A IA funciona quando recebe contexto: quem é o cliente, o que ele teme, o que já tentou, qual é a oferta e qual é o próximo passo. Sem isso, ela só produz média.
Onde a IA realmente acelera
- Variações de manchete: gerar dez versões e escolher a mais específica custa minutos, não horas.
- Estrutura de objeções: listar tudo o que impede a compra para não esquecer nenhum bloco.
- Copy de apoio: descrições de serviço, perguntas frequentes, textos de botão.
- Imagens sob medida: gerar cenas coerentes com a paleta da marca, sem depender de banco genérico.
- SEO técnico: auditar títulos, descrições, dados estruturados e textos alternativos.
- Variações de layout para teste: comparar duas versões de uma seção sem refazer o projeto.
Onde a IA atrapalha
- Quando o texto precisa de experiência real de mercado (e ela inventa).
- Quando a promessa precisa ser sustentável juridicamente.
- Quando o assunto é sensível e exige cuidado de reputação.
- Quando o tom da marca é justamente o que diferencia.
O processo que usamos
Briefing com contexto real, geração de variações, seleção humana, reescrita manual do que ficou genérico e revisão final de tom. A IA faz a primeira versão; a curadoria faz a versão final.
O resultado esperado é simples: o visitante não deve perceber que houve ferramenta alguma no caminho. Deve perceber que a página fala diretamente com o problema dele.
