A IA não tem opinião. Você precisa ter.

Texto gerado sem direção fica correto e vazio. Ele fala de “excelência”, “compromisso” e “soluções personalizadas” porque esses são os lugares-comuns mais seguros. O visitante reconhece o padrão em duas linhas.

A IA funciona quando recebe contexto: quem é o cliente, o que ele teme, o que já tentou, qual é a oferta e qual é o próximo passo. Sem isso, ela só produz média.

Onde a IA realmente acelera

  1. Variações de manchete: gerar dez versões e escolher a mais específica custa minutos, não horas.
  2. Estrutura de objeções: listar tudo o que impede a compra para não esquecer nenhum bloco.
  3. Copy de apoio: descrições de serviço, perguntas frequentes, textos de botão.
  4. Imagens sob medida: gerar cenas coerentes com a paleta da marca, sem depender de banco genérico.
  5. SEO técnico: auditar títulos, descrições, dados estruturados e textos alternativos.
  6. Variações de layout para teste: comparar duas versões de uma seção sem refazer o projeto.

Onde a IA atrapalha

  • Quando o texto precisa de experiência real de mercado (e ela inventa).
  • Quando a promessa precisa ser sustentável juridicamente.
  • Quando o assunto é sensível e exige cuidado de reputação.
  • Quando o tom da marca é justamente o que diferencia.

O processo que usamos

Briefing com contexto real, geração de variações, seleção humana, reescrita manual do que ficou genérico e revisão final de tom. A IA faz a primeira versão; a curadoria faz a versão final.

O resultado esperado é simples: o visitante não deve perceber que houve ferramenta alguma no caminho. Deve perceber que a página fala diretamente com o problema dele.